'Vez em quando é carnaval em mim" por Gabriella Souza

Tem dias em que a gente acorda meio em ritmo de carnaval. Pode até acontecer de a gente não acordar assim e de repente ficar. Pode ser por causa de uma notícia boa, uma conversa à toa, uma visita melhor ainda. Pra dizer a verdade, há vezes em que nem é preciso motivo especial. Simplesmente acontece. Tipo efeito purpurina!


Mas há dias em que, do contrário, chove aqui dentro. Do mesmo jeito pode ser alguma coisa que nos deixa assim. Ou, simplesmente, acontece. E quando é assim, melhor deixar mesmo. Deixar pra lá. Deixar a gente pra lá, as conversas pra depois, as decisões mais ainda. Quando chove dentro de nós, pode ser carnaval lá fora que a folia não acontece.


Quer saber? Penso que quem faz o carnaval da minha vida sou eu. E que pouco me importa se lá fora faz frio ou calor, tem farra ou quietude. Quero mesmo é saber que aqui dentro, no íntimo, onde só eu e Deus penetramos, só eu e Deus conhecemos o tempo que faz. E que, se depender de mim, quero mais é muito sol e carnaval. No carnaval e em todas as outras épocas. Porque não há nesta vida nada que valha o nosso sorriso.


Caia na folia! E quando a festa passar, que ela permaneça em nós.



*Gabriella Souza é responsável pelo Marketing do CECOJ e anda em ritmo de folia.

A medida da nossa felicidade indicado por Eliane Macabú

O fim do ano traz sempre uma necessidade de repensar a nossa vida. De pensar os acontecimentos, o que deixamos de fazer e o que plantamos para colher no próximo. De realizar um balanço das relações familiares, das amizades, de quem deixamos de lado, dos telefonemas que não demos, das pequenas negligências provocadas pela pressa, pelo excesso de trabalho, por estarmos demasiadamente voltadas para o próprio umbigo. Fui feliz em 2011? Quem não se faz essa pergunta a cada dezembro? E qual é a resposta certa? Dá-la no artigo "Uma outra felicidade".


Objetos desejados são felicidades instantâneas e efêmeras. Trocar de carro, comprar uma sandália nova tem seu encanto, mas fugaz. Nenhuma felicidade é mais sólida do que aquela que vem quando estamos perto daqueles que amamos ou da sensação absolutamente reconfortante de ter aqueles amigos fiéis, a quem podemos telefonar no meio da noite, do cultivo da solidariedade, de fazer bem a alguém. Pessoas trazem muito mais felicidade do que coisas. Pertencer a um grupo é muito melhor do que acumular pertences.


O Natal é o momento ideal para fazer essa avaliação. Com quem temos sido sovinas de afeto? Há quanto tempo não dizemos "eu te amo" para os amigos? E os amigos que não vemos mais? Vá atrás, não deixe passar! Esta é a ocasião perfeita para a união, o reencontro, a confraternização, a celebração. Felicidade é estar cercada de amor. Depois, se quiser reforçar o laço com um presente, nada de errado. Afinal, quando escolhemos algo especial para alguém, estamos dizendo: " Lembrei de você porque você é importante para mim".



Um beijo e Feliz Natal para você!



Eliane Macabú Araújo Pereira é diretora do CECOJ e já está envolvida pela magia do Natal.

Por que seu filho não quer fazer a lição? Indicado por Patrícia

Minha geração e as anteriores começaram a maturidade da comunicação, a fase em que se aprende a ler e a escrever, abraçando um lápis com a mão, num exercício artesanal de caligrafia. Um processo que, para ser veloz, tinha que ser muito bem pensado, já que dava trabalho interromper o pensamento para apontar o lápis, apagar com a borracha e reescrever aquilo que tinha sido elaborado. Sobre pesadas carteiras de madeira, nós nos preocupávamos com o estado dos cadernos, que deveriam ser apresentados limpos, sem rasuras ou borrões. Os livros deveriam ser bem cuidados e não ter orelhas; ganhavam-se pontos não só pelas respostas bem dadas em sala de aula ou nas provas, mas também pelo capricho — alguém lembra dele, do capricho? As mãos dos professores apresentavam o castigo da secura do giz e nossos uniformes, cabelos e sapatos — sim, sapatos, não tênis — passavam por um exame diário de impecabilidade. Isso não aconteceu na Idade Média, mas há até pouco menos de 20 anos atrás. Eu poderia abordar, na minha primeira crônica em ÉPOCA, um assunto do universo das celebridades, sobre o qual me debruço há tantos anos. Mas, nesses dias de pré-estreia, ante a nova e boa fase que se anuncia, me peguei pensando em minha vida anterior, a de professor. Sim, antes de me dedicar a saber quem beijou quem, que restaurante está na moda e quais as tendências da temporada de desfiles, o que é uma delícia, meu ofício era fazer passar de ano adolescentes que apresentavam dificuldades de aprendizado e estavam em recuperação em três, quatro, até oito matérias, outra delícia. Era uma tarefa multidisciplinar, que ia do português às funções trigonométricas, passando por inglês, francês, História e as leis de Newton. E, durante oito anos, presidi uma entidade de escolaridade para portadores de deficiência neuro-sensorial, portanto me tornei um obcecado pela educação. Nos últimos anos, acompanhei a transformação de uma geração de crianças que deixaram o movimento do abraço do lápis pelo da digitação. Cada vez mais sagazes, elas se adaptaram perfeitamente aos gadgets que iam surgindo: PCs, internet, celulares, câmeras digitais, Ipods, Ipads. Aos poucos, foram deixando de ser inebriadas pelo cheiro dos livros pelo poder de entretenimento dos aplicativos e descobriram que lhes eram necessários apenas os polegares para se comunicarem, via torpedo. No caso dos deficientes, alguns desses avanços tecnológicos permitiram que eles superassem seus desafios naturais com mais rapidez. Alunos que mal conseguiam equilibrar uma caneta entre os dedos tiveram a oportunidade de aprender a se comunicar com um simples toque na tela ou até piscando em direção a uma letra, quando os braços, paralisados, lhes faltavam. Num mundo cada vez mais visual e de pequenos toques, as crianças aprendem instintivamente a importância das cores, dos sinais, da edição de vídeos, do tratamento das imagens. A nova mania dos adolescentes é postar no Instagram, uma espécie de Twitter de fotos, em que postam seus cliques com poucas palavras (ou nenhuma) depois de passá-los por um filtro, que pode ser preto e branco, sépia, psicodélico — a coisa segue de acordo com o gosto e o humor dos fregueses. É uma ferramenta que pode ser usada de maneira estúpida ou extremamente criativa, mas que recupera o apreço pelo cuidado com a imagem, como nas salas de aula de artes de antigamente. É uma forma moderna de se educar e adestrar o olhar. Quando chegam à escola, às vezes amontoadas numa sala de 35, 40 alunos, as crianças se sentam em carteiras de fórmica branca com apenas um braço para apoiar os cadernos, assim se economiza espaço. Em frente à lousa — branca, com caneta hidrocor —, assistem a longas palestras de 50 minutos sobre os mesmos conteúdos que seus pais e avós decoravam no passado, apresentados e cobrados da mesmíssima forma. Uma maçaroca de matérias sem atrativo e sem as novas formas de interatividade, que não leva em conta as habilidades individuais, as aborrece. No futuro, elas se verão obrigadas a fazer apresentações em iPads, Power Points e o que mais surgir por aí, só que os trabalhos escolares ainda seguem as normas dos cartazes e da repetição papagaiesca de decorebas e fórmulas. A recente obrigatoriedade do ensino de filosofia e sociologia no ensino médio — que, em mãos inábeis pode virar instrumento de retórica pseudo-esquerdista — é um anacronismo, um disparate. Filosofia e sociologia se aprendem, intrinsicamente, em História e Geografia, com o espírito de reflexão crítica dos assuntos estudados. Talvez seja utopia exigir uma revolução no paradigma de ensino num Brasil em que ainda se veem alunos amontoados em salas improvisadas cheias de goteiras e que mal aprendem matemática e português. Mas é preciso sair da Idade da Pedra Lascada para a do aplicativo, sob pena de formarmos uma geração de analfabetos visuais. Não que adorássemos sempre acordar cedo para ir para a aula, longe disso. Mas as crianças de hoje, que são bem mais espertas e informadas, andam desconfiando de que estão sendo preparadas ali para um mundo que não será o delas. E sentem uma lenta e gradual desafeição pela escola, o que, convenhamos, é mais triste do que odiá-la. (Bruno Astuto)


Patrícia é mãe da escola e sabe que a tecnologia é uma realidade necessária atualmente, mas anda ensinando seus filhos a abraçarem o lápis.

Bullying – por Tháyla Freitas Pinheiro Guimarães

Desde o final de 2010, o Bullying vem se espalhando cada vez mais por todas as escolas, afetando assim a educação e o ensino dos alunos que nelas estudam. A situação ficou fora de controle. Alunos que praticam o Bullying estão brigando, implicando com os outros, aplicando apelidos, espalhando rumores mentirosos e muito mais.Na maioria das vezes, os alunos cometem o Bullying em grupo, tendo certeza que sairão de uma briga ou discussão com razão e sem machucados. Quando o aluno que pratica o Bullying passa dos limites, acaba precisando da interferência da polícia ou do conselho tutelar, que não é uma coisa muito agradável, mas, se pelo menos essa pessoa for esperta ela irá aprender e não cometerá esse erro novamente.O Bullying é errado e ruim para todos, então o que nós devemos fazer é evitar exercê-lo. Se praticarem com você, não deixe passar, avise a um responsável que ele tomará as providências corretas. Todos contra o BULLYING!


Tháyla é aluna do CECOJ e não gosta de apelidos maldosos.

Telefone Celular: Usos e Abusos – por Áyla Costa Gonçalvez

Como todos sabem, o celular foi criado para se comunicar com outras pessoas, não importa onde estejam, longe ou perto. Mas com essa modernização que foi se criando, os celulares evoluíram e se tornaram abusos. Junto com a modernização do celular, vieram os vírus, trotes, informações incorretas, falta de privacidade, entre outros.
Mas por outro lado, com a modernização criou-se aplicativos novos, como: Músicas, Jogos, Mensagens, Internet, MSN...
Algumas pessoas usam essa ferramenta de comunicação para coisas impróprias, como: Tráfico, Ameaças, Pornografia, Seqüestros e várias outras coisas.
Apesar de tudo isso, algumas pessoas ainda usam o celular de modo certo: Para se Comunicar. E os adolescentes também, pois ouvir música não é um abuso, desde que seja feito de um modo benéfico, com os fones de ouvido baixos, para não se prejudicar.

Usos e Abusos na Escola.

O uso do celular por adolescentes na escola é quase impossível, pois mesmo sendo lei, os adolescentes ainda fazem o uso do celular em sala de aula. Para escutar música, jogar, usar a internet... E nas provas, a maioria dos adolescentes “colam” com o celular, usando as mensagens para se comunicar sobre as questões da prova. Outro abuso é procurar respostas das questões na internet do celular.
Mas a escola permite o uso de celular fora da sala de aula, como em aulas vagas e na hora do intervalo, que já é tempo suficiente para o “real uso” do aparelho eletrônico.

Áyla é aluna do CECOJ e sabe direitinho como usar o celular.

Fofocas de TV – por Tháyla Freitas, Áyla Costa, Carolina Ladeira e João Branco.

Uma pergunta que não quer calar a boca do povo:
Quem matou Salomão Hayala? E por quê?

Na novela das 11(O ASTRO), Salomão Hayala morreu misteriosamente. Até agora há vários suspeitos, mas nenhum concreto. Assista à novela e junte as pistas para desvendar este mistério.

O Novo seriado da Globo: MALHAÇÃO – Tudo está conectado.
1046. Para você, o que faz esse número ser tão especial?
Dia 29/08 estreou a nova fase do seriado das 17:50, Malhação:Tudo está conectado. Essa é uma das temporadas da grande jornada de Malhação. Estrelando Caio Paduan e Thais Melchior. Não percam, de Segunda à Sexta na Globo.

FOX esperou até o mês de Setembro para estrear várias séries.
Fox não perde tempo.O canal FOX (45), esperou até Setembro para lançar várias séries juntas e garantir mais audiência.São elas: - The Walking Dead (2ª Temporada);- The Vampire Diaries (3ª Temporada);– Glee – 3ª Temporada - com a participação do vencedor do The Glee Project. Isto significa que veremos 7 episódios com Samuel e Damian e 2 episódios com a Lindsay e o Alex.

Tháyla, Áyla, Carolina e João, são alunos do CECOJ e telespectadores muito antenados nas horas vagas.

Tão Perto, Tão Longe! – por Carolina Ladeira Alvez

Às vezes, você vive em um lugar sem nem saber com quem divide o espaço. Para a convivência dar certo entre duas ou mais pessoas é preciso se conhecer antes de qualquer coisa. Então lá vai a pergunta: Você conhece um funcionário de sua escola o bastante para conviver com ele?
Fizemos uma entrevista com Inês Cunha, funcionária do nosso colégio, que nos contou um pouco da sua vida dentro e fora da escola. Leia que vale a pena:


Carol: O que você faz fora do colégio?
Inês: Cuido da minha casa, da minha vida e de mim.
C: Trabalha em outro lugar além do Cecoj?
I: No momento, não.
C: Você tem filhos? Eles trabalham com você?
I: Tenho dois. E um deles é professor de Educação Física no mesmo colégio que eu trabalho, então pode-se dizer que nós trabalhamos juntos.
C: Você se diverte trabalhando?
I: Muito, com as minhas criancinhas. C: Se você não trabalhasse em uma escola, aonde gostaria de trabalhar?
I: Em uma creche, pois eu amo crianças.
C: O que você acha dos funcionários que trabalham com você no colégio?
I: Muito Legais. Me dou bem com todos eles.
C: Você tem amizade com um aluno(a) do colégio?
I: Sim, com todos os alunos. Para mim, eles são considerados filhos.
C: O que você fala para si mesmo quando termina mais um dia de trabalho?
I: ‘‘Agradeço a Deus por mais um dia espetacular e maravilhoso de trabalho’’.
C: Como está indo a sua vida fora do colégio?
I: Muito boa, afinal, “tô” levando.
C: Como você define sua vida dentro e fora do colégio?
I: Eu defino que ambas têm muita diferença, por exemplo: Na escola eu cuido de crianças, adolescentes e em casa eu cuido de mim e da minha vida. Mas todos dois são ótimos.


Carolina é aluna do CECOJ e adora conhecer as pessoas que a rodeiam.

Anjos - por Gabriella Souza

“Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam.”
Clarice Lispector em “A Hora da Estrela”


Pelo dicionário, fé é a certeza das coisas que não se vê. Mas, quando podemos ver e tocar, somos mais tentados a crer do que quando apenas sentimos.
Basta procurar por esses testes que desafiam a mente para ficar intrigada com linhas que parecem diferentes mas são iguais, círculos que parecem se movimentar mesmo estando parados ou imagens que parecem duas ao mesmo tempo. Não são truques tecnológicos, apenas nossos olhos e cérebro se confundindo e nos confundindo. Por outro lado, se minha mãe manda eu levar o guarda-chuva, ainda que eu veja o céu azul, não duvido de que a chuva há de cair.
Penso que a visão nos engana. E quanto o faz nosso coração? Constantemente, um e outro me pregam peças. Sei que “nem tudo o que parece é”, ainda assim, sei que se confiasse em tudo o que sinto, provavelmente, me equivocaria um pouco mais sem a ajuda dos olhos. Mas, há um fio muito delicado que separa tudo isso. É o quanto VOCÊ acredita no que vê ou sente.
Já ouviu falar em milagre, sonho, sexto sentido, intuição? Chame como quiser. Eu prefiro dizer... fé. Esta é a força que torna qualquer coisa realidade. E, boa notícia, está dentro de você.
Não espere que o apoio venha de outras pessoas para começar a realizar seus sonhos. Não espere conselhos para fazer o que o seu coração manda. Não espere do outro o que só você pode fazer... acreditar.
Desconfie do que vê, invista no que você sente e, acima de tudo, acredite. Isso faz toda a diferença.




*Gabriella Souza é responsável pelo Marketing do CECOJ e acredita em anjos.